sexta-feira, abril 13, 2007

Mais Estranho Que a Ficção

De: Marc Forster. 2006.
Com: Will Ferrell, Maggie Gyllenhaal, Dustin Hoffman, Queen Latifah, Tom Hulce, Linda Hunt e Emma Thompson.
Sinopse: Certa manhã Harold Crick (Ferrell), um funcionário da Receita Federal, passa a ouvir seus pensamentos como se fossem narrados por uma voz feminina. A voz narra não apenas suas idéias, mas também seus sentimentos e atos com grande precisão. Apenas Harold consegue ouvir esta voz, o que o faz ficar agoniado. Esta sensação aumenta ainda mais quando descobre pela voz que está prestes a morrer, o que o faz desesperadamente tentar descobrir quem está falando em sua cabeça e como impedir sua própria morte.
Crítica: Dessa vez o diretor do bem sucedido e excelente "Em Busca da Terra do Nunca" que eu adorei, errou feio ao meu ver na inovação que ele tentou promover com esse seu novo filme, uma história fantasiosa sem graça e mesquinha, na qual achei tudo uma grande bobagem, muito sem graça e desinteressante, o Will Ferrel funciona melhor em comédias (mas o kra resolveu imitar o Jim Carrey e se aventurar também em filmes mais sérios e dramáticos, hummm, sei não..rs..), as melhores cenas dele no filme são nos diálogos com a personagem de Gyllenhaal, e alguns com o personagem de Hoffman, o que me foi muito pouco naquilo que deu pra tirar de bom, já o que o filme tem de pior são nas cenas e diálogos envolvendo as personagens de Queen Latifah e Emma Thompson (as piores coisas do filme, é difícil dizer qual das duas está mais péssima no papel). E olha que eu até gosto de filmes criativos e inovadores, na maioria das vezes eu me apego, abraço a causa e curto bastante, o que já aconteceu com diversos outros que assisti, porém, tudo tem limite, esse não deu pra engolir, fazê o que!!!
Nota 3.5!
Filme Visto em Março/2007

2 comentários:

alekzandor disse...

Pela primeira vez minha opinião aqui vai divergir do meu irmão Dew =) Trata-se de uma produção barata, de baixo custo, despretensiosa, com elenco pequeno, além de ser uma história absurda, que exige a nossa total "suspension of disbelief" (termo usado no cinema quando o espectador deliberadamente aceita qualquer mentira contada em uma obra de ficção, com o intuito de entrar de cabeça na história - seria algo como "suspensão de descrença"). Fui ver sem saber o que esperar, contando apenas com a minha admiração pela Emma Thompson (presente na minha lista top 10) e do Will Ferrell que é na minha opinião um dos melhores comediantes do momento capazes de fazer papéis sérios (como o Rowan Atkinson). O fato é que eu gostei muito do filme, sobretudo pela mensagem que ele traz, sobre o destino de nossas vidas, do que fazemos dela, e sobre qual o poder que teríamos para mudar nosso caminho, se ele está em nossas mãos ou nas de Deus - ou nas de uma escritora, no caso da história. Não chega a ser nada absurdamente filosófico nem transcedental, mas fiquei bem feliz com o resultado final. Nota 8.

Dewonny disse...

Grande irmão, depois de um comentário desses ñ tenho nada a contestar, deixas-te bem claro pq q gostou do filme. Gosto é gosto né, e viva a democracia..hehe..